 | Um pouquinho de tudo... | Apr 5, 2006 |
Muitos universos habitam meu coração, em cada um deles uma outra de mim emerge à superfície e vislumbra o infinito de uma forma peculiar. Espero que quem quer que por aqui passe possa ver o mundo através de outros olhos que tenham também dentro de si. Uma antiga que ainda tem tudo a ver com minha vida..
tellus mater
ad te clamamus, exules filii Evae. ad te suspiramus, gementes et flentes, in hac lacrimarum valle.
(attributed to Adhemar, Bishop of Le Puy. died 1098.) o clemens, o pia, o dulcis Maria.
tua sunt ubera vino redolentia; candor superat lac et lilia, odor flores vincit et balsama (anonymous 12th c.)
mother earth to thee we cry, banished children of Eve. to thee do we sigh, groaning and weeping, in the vale of tears.
o merciful, o kind, o sweet Maria.
your breasts are as fragrant as wine; their whiteness whiter than milk and lilies, their scent lovelier than flowers and balsam wood.
| elijah's mantle - tellus matter | | | | | |
Adoooro Habib ya Aini - pode até ser farofa, mas é linda de morrer, fácil de dançar, enfim... perfeita. Seguem todas as versões dela que eu tenho. A Primeira é uma versão bebum, eu acho. Fala de uísque, champanhe... apesar disso (ou talvez exatamente por isso, rsrs) é ótima pra dançar. A segunda é a versão que mais gosto mesmo para dançar. Mas eu tinha ela numa fita, que foi passada para CD e a qualidade não esta lá essas coisas. A terceira é uma versão para os dias de preguiça. Curtinha. A quarta é na voz poderosa e maravilhosa da Maya Yazbek. Foi a primeira versão que conheci e me fez apaixonar perdidamente. Pela música e pela voz. A quinta e última é do Samir Shukry e me parece que também é uma versão bebum. Nem por isso deixa de ser linda. | 03 Track 3 | | | | | | | 09 09 Track 9 | | | | | | | 13 13 Track 13 | | | | | | | 25 Track 25 | | | | | | | Habibi Yaeini | | Multiply | | Samir Shukri | |
Link: http://sonhosdemenina.wordpress.com/Este também é meu, mas o tema é específico: celebrando a minha criança interior. Como se faz isso? Sei lá. Tô aprendendo na prática da terapia. Link: http://minuciasminhas.wordpress.com/Depois de muitos anos sem ter inspiração pra escrever nada, "parece" que agora quero escrever de novo. Nao tem um tema definido pois será um blog sobre minhas diferentes vidas. achei esta música por aí... parece Ayub, não? É religiosa, mas indiana. porque eu também fui adolescente... e bem descolada, por sinal rsrsrs... | 02 Flood I | | | | | | | Cold | | Pornography | | The Cure | | | The weeping song | | The Best Of | | Nick Cave & The Bad Seeds | | | Talvenaika [wintertime]-Two Witches-Talvenaika | | | | | | | Wailing Wall | | The Top | | The Cure | |
 | Olé! | Oct 17, '06 8:18 AM for everyone |
Pasión gitana.... | Rosa Mar燰 | | Una leyenda flamenca CD1 | | Camar鏮 de La Isla | | | Como El Agua | | Como el Agua | | Camar鏮-Paco de Luc燰-Tomatito | | | RAYA REAL - Sevillanas al Rocio | | | | | | | V嫮game Dios | | Maria | | Nina Pastori | | | Tirititando de Fr甐 (Buler燰s) | | Par疄 1987 | | Camar鏮 de la Isla&Tomatito | |
Link: http://www.dominiopublico.gov.brRecebi o e-mail abaixo e depois de verificar a veracidade achei que valia a pena compartilhar...
"Imagine um lugar onde você pudesse ler gratuitamente todas as obras do 'Machado de Assis, obras como a "A Divina Comédia", ou ter acesso a historinhas infantis. Que este lugar lhe mostrasse as grandes pinturas de 'Leonardo da Vinci', ou você pudesse escutar gratuitamente música em MP3 de alta qualidade. Pois o Ministério da Educaçao, está disponibilizando tudo isso basta acessar o site: www.dominiopublico.gov.br <>http://www.dominiopublico.gov.br/> São de Literatura em lí-ngua portuguesa há 732 obras e estão pensando em findar o projeto por desuso, ja que o número de acessos é muito resumido!
Repasse este e-mail a todos os seus amigos, para que esta excelente iniciativa não pare e continue a crescer." Link: http://www.leonardoboff.comImprescindível para quem sonha com uma outra realidade no mundo em todos os aspectos: social, ecológico, espiritual...
Muito se tem discutido sobre as prováveis origens sagradas da dança do ventre. Existem argumentos interessantes pró e contra essa sacralidade. Poucas provas. Muitas evidências, que pendem tanto para uma linha quanto para outra. Eu particularmente sigo uma linha sagrada, mas vi com muito prazer e acompanho entusiamada a quebra de mitos em torno desta dança. Essa busca pela verdadeira origem não me faz perder a fé na sacralidade da dança, não apenas por suas origens, como também por seu significado atual na vida de muitas mulheres e até homens (não quero aqui abordar a questão de gênero, apenas cito o fato...). o sistema da sociedade atual retirou do ser humano sua relação com o sagrado, subsittuiu nosso Deus ou Deuses pelo dinheiro Ele é nosso deus, em todas as suas ramificações e a ele rendemos as mais vastas homenagens como sacrifício humano, horas de lamúrias, orações, pedidos e louvações. Um deus cruel, ao qual poucos tem acesso mas todos desejam estar próximos. Um deus que nos mantém à base de escravidão e que dela se sustenta. Um deus que não aceita que outros deuses tenham vida nos corações humanos, ele é único, onipotente e onipresente... e para continuar seu reinado ele precisa que nós acreditemos que isso é real. Que esta é a única realidade presente na vida. Tudo o mais é coisa de gente... ignorante. Boba. Crédula. A racionalidade como único caminho a ser trilhado pela humanidade serve bem ao propósito deste deus. Mas existem problemas... Não somos apenas mente e corpo. Somos também alma e emoção. Nem só de fogo e terra vive a humanidade. Precisamos de ar e água a regar e nutrir nossa vida. Somos um composto que sem o equílíbrio de seus elementos deixamos de ter sentido... precisamos urgente de religião, não com o sentido de instituição, mas da raíz da palavra: religação. E assim buscamos e inventamos nosso próprio caminho de volta ao sagrado, onde podemos entrar em contato direto com o Divino dentro de nós, o que as religiões tradicionais não permitem, elas servem bem aos objetivos do deus-dinheiro nos colocando barreiras para encontrarmos e reconhecermos o sagrado dentro de nós. Mas só encontrando dentro de nós podemos reconhecer ele no outro, na natureza e na vida, criando uma sociedade mais justa e solidária. Ocupando este vácuo no coração humano vemos, entre outras "religiões" a Dança do Ventre sagrada, pouco importando se ela nasceu nas cavernas, no antigo Egito ou numa feira em Paris em 1800... E devemos respeitar e aceitar este caminho e todos os outros individuais (ou nem tanto, desde que nào impostos), espontâneos, como verdadeiros, pois o são. Ao conectar o indivíduo ao seu divino essas manifestações servem a um grande propósito... Nos libertam e nos trazem de volta à sanidade.
Nota: Existem muitas inspirações para este texto. A Filosofia Guaracyana, os textos to astrólogo Oscar Quiroga, o filósofo Leonardo Boff, e as inúmeras entidades espirituais com as quais já tive contato, além de minhas próprias observações e conversas com alunas. Onilé era a filha mais recatada e discreta de Olodumare.
Vivia trancada em casa do pai e quase ninguém a via.
Quase nem se sabia de sua existência.
Quando os orixás seus irmãos se reuniam no palácio do grande pai
para as grandes audiências em que Olodumare comunicava suas decisões,
Onilé fazia um buraco no chão e se escondia,
pois sabia que as reuniões sempre terminavam em festa,
com muita música e dança ao ritmo dos atabaques.
Onilé não se sentia bem no meio dos outros.
Um dia o grande deus mandou os seus arautos avisarem:
haveria uma grande reunião no palácio
e os orixás deviam comparecer ricamente vestidos,
pois ele iria distribuir entre os filhos as riquezas do mundo
e depois haveria muita comida, música e dança.
Por todo os lugares os mensageiros gritaram esta ordem
e todos se prepararam com esmero para o grande acontecimento.
Quando chegou por fim o grande dia,
cada orixá dirigiu-se ao palácio na maior ostentação,
cada um mais belamente vestido que o outro,
pois este era o desejo de Olodumare.
Iemanjá chegou vestida com a espuma do mar,
os braços ornados de pulseiras de algas marinhas,
a cabeça cingida por um diadema de corais e pérolas,
o pescoço emoldurado por uma cascata de madrepérola.
Oxóssi escolheu uma túnica de ramos macios,
enfeitada de peles e plumas dos mais exóticos animais.
Ossaim vestiu-se com um manto de folhas perfumadas.
Ogum preferiu uma couraça de aço brilhante,
enfeitada com tenras folhas de palmeira.
Oxum escolheu cobrir-se de ouro,
trazendo nos cabelos as águas verdes dos rios.
As roupas de Oxumarê mostravam todas as cores,
trazendo nas mãos os pingos frescos da chuva.
Iansã escolheu para vestir-se um sibilante vento
e adornou os cabelos com raios que colheu da tempestade.
Xangô não fez por menos e cobriu-se com o trovão.
Oxalá trazia o corpo envolto em fibras alvíssimas de algodão
e a testa ostentando uma nobre pena vermelha de papagaio.
E assim por diante.
Não houve quem não usasse toda a criatividade
para apresentar-se ao grande pai com a roupa mais bonita.
Nunca se vira antes tanta ostentação, tanta beleza, tanto luxo.
Cada orixá que chegava ao palácio de Olodumare
provocava um clamor de admiração,
que se ouvia por todas as terras existentes.
Os orixás encantaram o mundo com suas vestes.
Menos Onilé.
Onilé não se preocupou em vestir-se bem.
Onilé não se interessou por nada.
Onilé não se mostrou para ninguém.
Onilé recolheu-se a uma funda cova que cavou no chão.
Quando todos os orixás haviam chegado,
Olodumare mandou que fossem acomodados confortavelmente,
sentados em esteiras dispostas ao redor do trono.
Ele disse então à assembléia que todos eram bem-vindos.
Que todos os filhos haviam cumprido seu desejo
e que estavam tão bonitos que ele não saberia
escolher entre eles qual seria o mais vistoso e belo.
Tinha todas as riquezas do mundo para dar a eles,
mas nem sabia como começar a distribuição.
Então disse Olodumare que os próprios filhos,
ao escolherem o que achavam o melhor da natureza,
para com aquela riqueza se apresentar perante o pai,
eles mesmos já tinham feito a divisão do mundo.
Então Iemanjá ficava com o mar,
Oxum com o ouro e os rios.
A Oxóssi deu as matas e todos os seus bichos,
reservando as folhas para Ossaim.
Deu a Iansã o raio e a Xangô o trovão.
Fez Oxalá dono de tudo que é branco e puro,
de tudo que é o princípio, deu-lhe a criação.
Destinou a Oxumarê o arco-íris e a chuva.
A Ogum deu o ferro e tudo o que se faz com ele,
inclusive a guerra.
E assim por diante.
Deu a cada orixá um pedaço do mundo,
uma parte da natureza, um governo particular.
Dividiu de acordo com o gosto de cada um.
E disse que a partir de então cada um seria o dono
e governador daquela parte da natureza.
Assim, sempre que um humano tivesse alguma necessidade
relacionada com uma daquelas partes da natureza,
deveria pagar uma prenda ao orixá que a possuísse.
Pagaria em oferendas de comida, bebida ou outra coisa
que fosse da predileção do orixá.
Os orixás, que tudo ouviram em silêncio,
começaram a gritar e a dançar de alegria,
fazendo um grande alarido na corte.
Olodumare pediu silêncio,
ainda não havia terminado.
Disse que faltava ainda a mais importante das atribuições.
Que era preciso dar a um dos filhos o governo da Terra,
o mundo no qual os humanos viviam
e onde produziam as comidas, bebidas e tudo o mais
que deveriam ofertar aos orixás.
Disse que dava a Terra a quem se vestia da própria Terra.
Quem seria? perguntavam-se todos?
"Onilé", respondeu Olodumare.
"Onilé?" todos se espantaram.
Como, se ela nem sequer viera à grande reunião?
Nenhum dos presentes a vira até então.
Nenhum sequer notara sua ausência.
"Pois Onilé está entre nós", disse Olodumare
e mandou que todos olhassem no fundo da cova,
onde se abrigava, vestida de terra, a discreta e recatada filha.
Ali estava Onilé, em sua roupa de terra.
Onilé, a que também foi chamada de Ilê, a casa, o planeta.
Olodumare disse que cada um que habitava a Terra
pagasse tributo a Onilé,
pois ela era a mãe de todos, o abrigo, a casa.
A humanidade não sobreviveria sem Onilé.
Afinal, onde ficava cada uma das riquezas
que Olodumare partilhara com filhos orixás?
"Tudo está na Terra", disse Olodumare.
"O mar e os rios, o ferro e o ouro,
Os animais e as plantas, tudo", continuou.
"Até mesmo o ar e o vento, a chuva e o arco-íris,
tudo existe porque a Terra existe,
assim como as coisas criadas para controlar os homens
e os outros seres vivos que habitam o planeta,
como a vida, a saúde, a doença e mesmo a morte".
Pois então, que cada um pagasse tributo a Onilé,
foi a sentença final de Olodumare.
Onilé, orixá da Terra, receberia mais presentes que os outros,
pois deveria ter oferendas dos vivos e dos mortos,
pois na Terra também repousam os corpos dos que já não vivem.
Onilé, também chamada Aiê, a Terra, deveria ser propiciada sempre,
para que o mundo dos humanos nunca fosse destruído.
Todos os presentes aplaudiram as palavras de Olodumare.
Todos os orixás aclamaram Onilé.
Todos os humanos propiciaram a mãe Terra.
E então Olodumare retirou-se do mundo para sempre e deixou o governo de tudo por conta de seus filhos orixás[1].
Cultuada discretamente em terreiros antigos da Bahia e em candomblés africanizados, a Mãe Terra desperta curiosidade e interesse entre os seguidores dos orixás, sobretudo entre aqueles que compõem os seguimentos mais intelectualizados da religião. Onilé é assentada num montículo de terra vermelha e acredita-se que guarda o planeta e tudo que há sobre ele, protegendo o mundo em que vivemos e possibilitando a própria vida. Na África, também é chamada Aiê e Ilê, recebendo em sacrifício galinhas, caracóis e tartarugas (Abimbola, 1977: 111). Onilé, isto é, a Terra, tem muitos inimigos que a exploram e podem destruí-la. Para muitos seguidores da religião dos orixás, interessados em recuperar a relação orixá-natureza, o culto de Onilé representaria, assim, a preocupação com a preservação da própria humanidade e de tudo que há em seu mundo. .
Amo essa música de paixào... e graças a uma amiga daqui consegui descobrir de quem é e o título! Obrigada!!! e continuem a apreciar. Ela é linda. | Track 7-Unknown Album (13-9-2006 15-21-40) | | | | | |
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Este cd eu montei para a viagem que eu e o pequeno vamos fazer... nem todas as musicas se referem ao nosso destino, mas todas estão no meu coração neste momento de preparativos. Montei este cd graças à boa vontade de muita gente que nem me conhece aqui no multiply... | 2-Freviola | | | | | | | 04 - A floresta do arco iris | | | | | | | 05 - Cantilena de lua cheia | | | | | | | Na Chapada | | Cancao de Amor | | Tete Espindola | | | Canoa, Canoa | | Clube da Esquina 2 | | Milton Nascimento | | | 10 - Mochileira | | | | | | | Amanheceu, peguei a Viola.mp3 | | | | Renato Teixeira | | | Trem Do Pantanal | | | | Almir Sater | | | animais do pantanal | | | | | | | Felicidade | | | | Caetano Veloso | |
| 08 Dança Oriental--8 | | | | | | | 08 Fly Away | | | | | | | 08 Track 8 | | | | | | | Azez Alaya | | O Clone | | Arabian | |
Essa seleção eu fiz para meus amigos de palestra... mas fiquem a vontade! | 01 Dança Oriental--1 | | | | | | | 01 Track 1 | | | | | | | 01-Track01(9) | | | | | | | 02 Dança Oriental--2 | | | | | | | 02 El Arbi | | | | | | | 02 Track 2 | | | | | | | 03 nhowand | | | | | | | 04 Track 4 | | | | | | | 05 Long Wait | | | | | | | 07 Caspian Winds | | | | | |
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